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O Conselho Mundial da Saúde observa que a especulação não científica sobre casos recentes de varíola pela OMS está a ser utilizada para justificar novas violações dos direitos humanos, juntamente com uma implementação de vacinas novas e experimentais contra a varíola.

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A imagem de pessoas infectadas com varíola macaco a ser utilizada pelos meios de comunicação global, a maioria dos quais derivou do antigo CDC e Getty Images, não é representativa dos actuais casos internacionais de varíola macaco. Nenhum caso de morte fora de África foi alguma vez relatado e os perigos relatados nos media são exagerados.

O Conselho Mundial de Saúde observa que os Estados Unidos e o Reino Unido têm estado a armazenar vacinas contra a varíola, e o estado do Quebec no Canadá já está a planear vacinar as pessoas com uma vacina contra a varíola para conter a suposta propagação da varíola dos macacos.

Não existe base científica racional para a vacinação contra a varíola para prevenir a varíola macaco e, entre as pessoas já multi-vacinadas com vacinas experimentais contra a covida-19, esta estratégia tem potencial para causar grandes danos. Cada vez mais se verifica que o sistema imunitário das pessoas vacinadas contra a vacina covida tem sido prejudicado. Tornando-os mais susceptíveis a danos potenciais de uma vacina viva. Intervenções clássicas de saúde pública (como isolamento e quarentena) demonstraram, no passado, que são medidas eficazes.

Além disso, os testes PCR têm sérias limitações como método de diagnóstico de doenças e não devem ser utilizados para diagnosticar a varíola macaco, que é um diagnóstico clínico. Há muitas outras condições que satisfazem a actual definição de caso da OMS de um caso suspeito de varíola macaco, incluindo Covid-19, a constipação comum, e telhas – e os testes PCR conduzirão a muitos casos de falso-positivo.

A maior ameaça à saúde global é o esforço contínuo da OMS e dos seus parceiros privados para vacinar cada homem, mulher e criança com novas vacinas experimentais e injecções que não foram adequadamente testadas.

O Conselho Mundial da Saúde é para uma orientação transparente em matéria de saúde, livre de parcerias políticas e privadas; valorizamos e damos poder de escolha individual, autonomia corporal e soberania pessoal.

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